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Tênis Minas Entrevista André Miele

altNome: André Luiz Volpe Miele
Nascimento: 12 de abril de 1987
Naturalidade: Ribeirão Preto
Nacionalidade: Brasil
Residência: Ribeirão Preto /Rio de Janeiro
Altura: 1,83
Peso: 75 Kg
Idade que começou a jogar tênis: 11 anos
Treinador: Ricardo Acioly
Profissional desde: 2006
Empunhadura: destro / esquerda com 2 mãos
Tensão cordas: 59 lbs
Piso favorito: saibro
Títutos de simples (juvenil): 110           
Títutlo de duplas (juvenil): 65
Títutos de simples ATP: 1
Títulos de duplas ATP: 9
Raquete: Head

 

Eleito em 2003 o melhor juvenil do Brasil, como profissional seu melhor ranking de simples é o posto 229° do mundo, obtido a 4 de agosto de 2008.

Depois de ir muito bem em sua campanha pelo circuito juvenil, onde alcançou a quinta posição do ranking e 110 títulos, André Miele em 2005, foi vice-campeão do torneio Banana Bowl de São Paulo.

Em 2006, começou a carreira profissional, jogando torneios na Colômbia e conquistando em seu primeiro ano três títulos futures de duplas e dois vice-campeonatos.

Em 2007, disputou seus primeiros challengers, alcançando seu melhor posto em simples, (395°) e duplas (319°), conseguindo três títulos de duplas e perseguindo os títulos em simples.

Foi vice-campeão em Brasília e Arapongas. Em 2008, foi ainda campeão de duplas em Manizales, Colombia ao lado de João Olavo Souza, o Feijão.
Ranking

    * Atual Ranking de Simples:495°
    * Melhor Ranking de Simples: 229° (4 de agosto de 2008)
    * Atual Ranking de Duplas:253°
    * Melhor Ranking de Duplas: 179° (14 de setembro de 2009)

Entrevista exclusiva ao Portal Tênis Minas em 12/09/10 - 19º BH Tennis Open

1) Qual sua expectativa para o BH Open? 
A.M. - Por enquanto estou disputado o qualifying do BH Open, a primeira expectativa é passar o qualy, aguardar o sorteio da chave e passar uma a duas rodadas, em busca de mais pontos e jogar mais tempo no torneio.

2) Após este torneio de BH, quais os torneios previstos para os próximos meses?
A.M. - A idéia é mesclar entre qualifying de challengers e alguns Futures aqui no Brasil, que tem bastante torneios desse porte. Nas duas próximas semanas, vou para Cali e Quito, depois volto e jogo duas semanas de Futures no Brasil.

3) Como foi o ano até agora, em ganhos, preparação, torneios, como avalia até agora?
A.M. - Vem em evolução, no começo do ano vim jogando bem, mas não consegui somar muitos pontos, então o meu ranking ficou muito parado, começei o ano em 500 do mundo e até o meio do ano, estive na mesma posição. Consegui 2 títulos do meio do ano para cá, o que já devo estar entre os 400 e segue em evolução a parte técnica, mental e tudo tem tido evolução para mim.

4) Qual título lhe  trouxe mais satisfação profissional / pessoal?
A.M. - O primeiro título profissional, que foi em Brasília, foi muito gratificante, pois foi a primeira recompensa e o último (o primeiro troféu de 2010 foi em São José dos Campos, e o último em São josé do Rio Preto -  o quinto título de nível future).

5) O que o tênis te proporcionou até agora? Experiências, viagens, o que você o tênis te trouxe de benefício, que poderá levar para a sua vida?
A.M. - A Experiência de vida, diferenças de culturas, saber lidar com responsabilidades, desde novo, amadurecer rápido, é o que vou levar, fora ou dentro do tênis. Tenho 23 anos, iniciei aos 10 anos e a treinar sério aos 14 anos.

6) Qual seu sonho mais alto na carreira?
A.M. - Jogar entre os primeiros do mundo, jogando ATP, Grand Slam, no ranking, entre os 50 do mundo.

7) O que acha do tênis brasileiro atualmente?
A.M. - O Thomaz (Bellucci) está puxando uma nova geração, que pode ser boa. Ele já está lá no meio, tem "meninos" novos chegando também e podem estar entre os melhores do mundo.

8) O que está faltando para o Brasil crescer? Cultura? Falta de investimentos / Patrocínios?
A.M. - Não tem muito investimento das empresas privadas, deveriam usar mais a imagem do Thomaz, dos primeiros do ranking, são pouco valorizados. Os próprios mineiros André sá, Marcelo Melo, entre outros e são pouco valorizados, perto do que eles fazem pelo Tênis - em outros países, eles seriam mais engrandecidos.

9) O que acha do tênis no mundo?
A.M. - Está cada vez mais disputado,jogos melhores e maior exigência do físico.

10) Qual conselho daria aos novos talentos?
A.M. - Dedicação e espelhar em quem já está jogando bem, em brasileiros que já foram bem-sucedidos, que sabem o caminho e podem ajudar os mais novos.

Ouça a entrevista na íntegra

O Portal Tênis Minas agradece sua atenção, sua participação... e muito sucesso a você!

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